sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Sessão de Encerramento


                            10ª Sessão -  15 de Dezembro

Reflexão Pessoal:

   Desta Acção de Formação desejo salientar, em primeiro lugar, os aspectos positivos: uma visão do estado da investigação e prática no âmbito das BE(s) e um conhecimento actualizado do Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares avançado pela RBE.

 - Em termos pessoais, realço, ainda, o facto da mesma Acção ter contribuído para a aquisição de vocabulário conceptual e de uma nova perspectiva paradigmática sobre o papel da Biblioteca Escolar no processo educativo.
- O diálogo que se gerou através da análise e comentário do trabalho dos colegas foi muito enriquecedor, pois permitiu a troca de experiências e perspectivas de trabalho no âmbito das BE(s).
- As formadoras tiveram um papel de apoio e estimulo considerável, reduzindo algumas das inseguranças com que enfrentamos as nossas tarefas , sobretudo ao nível da auto-avaliação das BE(s), o que nos permite olhar com mais confiança o árduo trabalho que temos pela frente

  Aspecto menos positivos foi, o que todos sentiram, a  falta de tempo para aprofundar matérias e melhorar trabalhos. No meu caso registo, com alguma pena, a impossibilidade de analisar muitas das propostas e intervenções dos colegas que me pareceram muito interessantes e enriquecedoras.


Paulo Capelo

O Modelo de Auto-avaliação da BE: metodologias e operacionalização (workshop)

          9º Sessão - 9 de Dezembro de 2009
1ª Tarefa:
1- Dos seguintes enunciados, indique os que são descritivos e os que são avaliativos.
2- Melhore os enunciados mais descritivos, transformando-os claramente em enunciados avaliativos (criação de hipóteses possíveis).


1ª Tarefa 9º sessão

2ª Tarefa:
Analise os enunciados 3 e 4, apontando as suas fragilidades e propondo eventuais alterações que os transformem em enunciados específicos e que concretizem hipóteses reais de acções para a melhoria.

2ª Tarefa - 9º sessão

domingo, 6 de dezembro de 2009

Modelo de Auto-Avalição. Metodologias e Operacionalização (conclusão)

 Sessão  7 - 2 de Dezembro


Considerando os documentos disponíveis na Plataforma:


1) “Tópicos para apresentação da escola: campos de análise de desempenho”, através do qual se orienta o conteúdo do texto e da apresentação das escolas à IGE;
2) “Quadro de Referência para a avaliação de escolas e agrupamentos, em função do qual, a IGE elabora os seus Relatórios de Avaliação externa:
3) Uma amostra, à sua escolha, de Relatórios de avaliação externa das escolas dos anos 2006/07; 2007/08 e 2008/09

Referência à Biblioteca Escolar em alguns relatórios da IGE
A BE nos relatórios de avaliação externa

Modelo de Auto-Avalição. Metodologias e Operacionalização - II








     6ª Sessão - 24 de Novembro

)


1) Escolha, à sua vontade, um qualquer Subdomínio do Domínio D do Modelo: Gestão da BE.

2) Construa uma tabela idêntica à do exemplo produzido neste Guia da Sessão
3) De seguida, aprecie o tipo de instrumentos que indicou e analise detalhadamente o teor ou tipo de conteúdo desses instrumentos;
4) Com base nessa análise dos instrumentos, construa na quarta coluna “frases – tipo” que exemplifiquem as evidências passíveis de serem obtidas para cada um dos indicadores do Subdomínio escolhido.
5) Tendo por base a sua prática empírica de acompanhamento às BES e/ou o conhecimento directo da/s BE da Escola/Agrupamento de que é Professor-bibliotecário, e tendo por objectivo a melhoria dessa/s BE/s, sugira acerca do Subdomínio por que optou, justificando as suas sugestões:
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem deixar de fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem continuar a fazer;
. Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem começar a fazer.


1

TABELA D2
Acções Futuras D2

 

O Modelo de Auto-avaliação da BE: metodologias e operacionalização I











5ª Sessão - 17 de Novembro
a) Escolha, em alternativa, um dos seguintes Domínios/Subdomínios:
•A.2. (Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital)

•B. (Leitura e Literacia)
•C.1. (Apoio a Actividades Livres, Extra-Curriculares e de Enriquecimento Curricular)
b) Escolha no Domínio/Subdomínio seleccionadodois Indicadores, um que considere de Processo e outro que considere de Impacto/Outcome, e analise-os detalhadamente.
c) Estabeleça um Plano de Avaliação em profundidade daqueles dois Indicadores, recorrendo ao Texto da sessão, às Orientações para a aplicação do Modelo

Metodologias e operacionalização do domínio B

Excerto do comentário da colega Rute Nunes:
"Resolvi seleccionar o teu trabalho para comentar pelos seguintes motivos:
- a imagem inicial tem impacto! Todo o trabalho está bem apresentado, bem organizado e de fácil leitura;
- porque o tenho que fazer hoje e ainda há poucos mas também, e principalmente, porque foi o Domínio que avaliei no ano transacto.
Agora foi mesmo "mergulhar" na aplicação do Modelo!
Relativamente ao Subdomínio B.2. Trabalho articulado da BE com departamentos e docentes e com o exterior, no âmbito da leitura, não sei se foi lapso ou propositadamente que não referiste dois Factores críticos de sucesso, e que são de uma importância vital para o completo desenrolar do nosso trabalho. São pois: A BE envolve a família em projectos ou actividades na área da leitura e A BE incentiva a criação de redes de trabalho a nível externo, com outras instituições/parceiros, através do desenvolvimento de projectos neste domínio (...)
 Também os pais/encarregados de educação são chamados a participar na avaliação da biblioteca, particularmente em certos aspectos, como por exemplo, os da leitura e utilização da BE pelos seus filhos/educandos"

Modelo de Auto-Avalição. Problemáticas e Conceitos - II


                                            

4º Sessão -  10 de Novembro

Tarefa 1- Perspectivar a integração do processo de auto-avaliação no contexto da escola/ agrupamento implica que o professor bibliotecário divulgue o processo e envolva os diferentes actores:
Construa um Power Point para apresentar no Pedagógico/ Escola/ agrupamento que evidencie:


- O papel e mais valias da auto-avaliação da BE;
- O processo e o necessário envolvimento da escola/ agrupamento;
- A relação com o processo de planeamento;
- A integração dos resultados na auto-avaliação da escola.

2ª parte da tarefa: Comente o trabalho de um colega.


Excerto do comentário do colega Anibal Fontes:

"Creio estar um trabalho bastante completo quanto aos aspectos básicos a focar e as citações revelam atenção aos textos-fonte que eram de leitura obrigatória.

Apesar de achar que um pouco de inglês não fica mal, preferiria que todos os textos estivessem em português numa tradução livre, obviamente. Sem maldade, acrescento que um tom linguístico diferente do registo nacional, confere mais credibilidade ao que se diz (veja-se publicidade comercial que faz com que os produtos anunciados conquistem inúmeros adeptos e adeptas). E como é preciso uma imagem positiva do/da professor(a) bibliotecário/a...
Do ponto de vista formal, parece-me estar sem ruídos de comunicação e a sequência de slides tem ritmo e desperta a atenção"


Modelos de Auto-avaliação. Problemáticas e conceitos implicados.

                       3º Sessão- 3 de Novembro
1º Parte: Faça uma análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, tendo em conta os seguintes aspectos
- O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria de melhoria. Conceitos implicados.
- Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as bibliotecas escolares.
- Organização estrutural e funcional. Adequação e constrangimentos
- Integração/ Aplicação à realidade da escola.
- Competências do professor bibliotecário e estratégias implicadas na sua aplicação.
2ª Parte da tarefa: Seleccione o contributo de um dos colegas e faça um comentário fundamentado à análise efectuada, respondendo neste mesmo Fórum ao post que seleccionou.

Análise critica ao Modelo de Auto-avaliação

Excerto do comentário  da colega Marisa Mendes

Parabéns pela análise crítica realizada ao Modelo proposto pela RBE.
Chamou-se à atenção que tenha referido, logo no início do seu trabalho, a necessidade de toda a Escola estar consciente da importância do papel da BE. Concordo que esse é um aspecto importante que se deve ter em conta com ao processo de avaliação no momento da comunicação do resultado desta.
Partilho da mesma opinião quando refere que o Modelo permite “alguma homogeneidade de orientações e critérios a nível nacional” e referi-o na minha análise, mas entretanto, ao reflectir nessa questão surgiu-me a questão de o resultados obtidos, nomeadamente através dos questionários, dependerem das expectativas dos utilizadores à partida em relação aos serviços e recursos disponibilizados disponibilizados (...)
 Um conceito utilizado várias vezes na sua análise é o de trabalho colaborativo o que, do meu ponto de vista, se adequada a este Modelo cujos indicadores, factores de sucesso e mesmo aplicação de instrumentos passam pelo trabalho com os outros colegas. Aliás quando temos um domínio de apoio ao desenvolvimento curricular temos que trabalhar com os nossos parceiros de sala de aula. E neste seguimento volto a concordar com este ser um dos constrangimentos apresentados. Leva a uma mudança das práticas generalizadas na escola".

A Biblioteca Escolar: desafios e oportunidades no contexto da mudança

  2ª  Sessão - 27 de Outubro
1ª parte da tarefa - Partindo da leitura dos textos fornecidos e do conhecimento da biblioteca escolar que dirige, perspective a sua situação identificando pontos fortes, fraquezas, oportunidades e ameaças e desafios principais que o professor bibliotecário e a biblioteca escolar enfrentam no contexto da mudança.


2ª parte da tarefa –Seleccione o contributo de um dos colegas e faça um comentário fundamentado à análise efectuada, respondendo no mesmo fórum ao contributo que escolheu.

Tabela-matriz

Excerto do coméntário da colega Fátima Correia à minha tabela:
" Apesar da pouca experiência que invocas, creio que o trabalho do ano transacto já te ajudou a entrar um pouco neste universo em que nos movemos. Penso que a vantagem desta tarefa era precisamente ajudar-nos a cruzar os aspectos críticos que a literatura aponta com a realidade que cada um tem na sua escola. Pelo menos a mim ajudou-me a sistematizar várias observações que tinha como empíricas e a pôr os "pés na terra". Foi um óptimo exercício de diagnóstico.
.Quanto à tua tabela-matriz, aconselhava-te a esmiuçar (os Gato conseguiram conferir um novo "élan" a esta palavra) mais os vários aspectos que a literatura facultada aponta como competências do prof-bibliotecário. Este aprofundamento permite-te ver claramente o que esperam de ti; ao confrontares-te com o "ideal", consegues ver que aspectos desses é que tu já alcançaste e que "caminho te falta ainda percorrer".

Paulo Capelo

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Iníco de Actividades - Formação pmavdrelvt3




PRATICAS E MODELOS DE AUTO-AVALIAÇÃO DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES - 2009/10

TURMA 3 - Formadoras: Margarida Costa e Júlia Martins
                  Formando: Paulo Alexandre Cabrita Capelo

Às Bibliotecas Escolares atribuem-se, actualmente,  um papel central em domínios tão importantes como a aprendizagem da leitura, o desenvolvimento do prazer e do hábito da leitura, a capacidade de seleccionar e criticar a informação, o desenvolvimento de métodos de estudo e de investigação autónoma.
Digamos que as BE(s) têm funções de:

Informação - fornecer informação de confiança, rápida e acessível/ orientação na localização, selecção e utilização de informação;

Educação - promover a integração da informação no curriculo escolar/ facilitar o alargamento compreensivo da inform,ação recolhida/ promover educação contínua;

Cultura - apoio da experiência estética, orientação na apreciação de artes e encorajamento da criatividade;

Recreio - oferecer um espaço lúdico que permita uma utilização útil do tempo de lazer, através da apresentação de materiais e programas de valor recreativo.


Porém, num mundo em que a produção de informação é acelerada, a Biblioteca Escolar é cada vez mais chamada a desempenhar novos papeis:


- Esta  deixou de conter apenas livros para se tornar num espaço multimédia, onde os alunos acedem a meios audiovisuais, suportes informáticos, revistas, etc. Ela inclui sistemas de informação complexos em suportes  diversificados. É um centro de recursos multimédia de acesso livre, destinado à consulta e produção de informação em suportes variados.

- É um local privilegiado para o desenvolvimento de um conjunto de capacidades de actualização e manuseamento de informação que precisam de ser aprendidas pelos alunos. São as chamadas habilidades de informação, como o planeamento, a localização, selecção, recolha, organização e registo de informação e a comunicação e realização de relatórios e trabalhos.

- É cada vez mais, um espaço de aprendizagem do uso adequado da informação. Aprender é cada vez mais preparar-se para saber encontrar, avaliar e utilizar a informação. O principal objectivo da biblioteca escolar é hoje orientar os estudantes de modo a que estes aprendam a manusear a informação na sua vida futura, na denominada Sociedade do Conhecimento.

Até Breve!